Tive o privilégio de ser liderada por líderes com L grande com quem aprendi muito.

Quando reflito sobre uma das coisas que essas pessoas fizeram para “merecer” este L grande, uma das que se salienta foi a confiança que eu sentia depositarem em mim, mesmo quando ainda não tinha dado provas de ser capaz.

Essa confiança fazia com que eu desse tudo por tudo para NÃO OS DESAPONTAR.

O mais importante não eram os prémios, não era a minha reputação, não eram os resultados, não era o medo da sua autoridade mas sim a minha vontade de ser capaz de os ajudar na sua missão e não quebrar a confiança que depositavam em mim.

Uma confiança serena, disponível, inspiradora.

Quando falo com pessoas que estão enfrentar alguns desafios com as equipas que lideram, observo com alguma frequência que não confiam nas suas equipas ou que demonstram não confiar. Às vezes manifestam-no em pequenas coisas e comentários que fazem.

Não sei o que veio primeiro: se as razões para não confiarem foram resultado de comportamentos da equipa ou estes comportamentos foram resultado de não confiarem…mas isso realmente não interessa.

O que interessa é como é que podemos demonstrar confiança…de um modo sereno, disponível, e inspirador.

Para pensar…